<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-31601868</id><updated>2011-10-10T02:46:36.241-07:00</updated><title type='text'>Cinematographo Brasileiro</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Rodrigo Cazes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04761792807916803194</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>18</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31601868.post-1163625794319324110</id><published>2007-06-02T18:58:00.000-07:00</published><updated>2008-12-08T22:37:34.981-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_6rVl7u9BCUM/RmIsNPFp3KI/AAAAAAAAAAk/JtQaawXL8Mc/s1600-h/Porto+das+Caixas.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_6rVl7u9BCUM/RmIsNPFp3KI/AAAAAAAAAAk/JtQaawXL8Mc/s400/Porto+das+Caixas.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5071664736272768162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;PORTO DAS CAIXAS- PAULO CESAR SARRACENI- 1962&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante a Mostra Mário Carneiro (quem não souber de quem se trata favor procurar no Google) o principal evento cinematográfico em Maio, aqui no Rio de Janeiro, no que diz respeito ao cinema brasileiro,que contou com curadoria de Daniel Caetano, da Contracampo e outras praias,  Io Blog só pôde, por questões várias que não cabem aqui, estar em duas sessões. Em uma assistimos à nova cópia de "Porto das Caixas", clássico do Cinema Novo, fotografia de Mário Carneiro, argumento de Lúcio Cardoso e direção de Paulo Cesar Sarraceni. O filme, possivlemente a melhor incursão de Sarraceni como diretor de cinema, em sua estréia como longa-metragista, reúne alguns elementos do Cinema-Novo combinados a características próprias que fazem desse filme um objeto que pode ser deslocado para fora do corpo de filmes mais identificados ao Cinema Novo como o próprio "Desafio" (1965) de Sarraceni.&lt;br /&gt;   A fotografia de "Porto Das Caixas"apresenta uma estilização que não é comum ao "Cinema Novo". Mesmo aproveitando basicamente dos recursos de luz natural a fotografia de "Porto das Caixas" tem uma atmosfera que desloca a narrativa do espaço realista, mais comum ao Cinema Novo (exceto Glauber em "Deus e o Diabo" e "Terra em Transe" mas por outras vias) para uma atmosfera que tem algo de um cinema de vanguarda dos anos 20, apesar da história, com ecos da tragédia grega, ter um conteúdo que levanta questões, principalmente a da emancipação da mulher, na figura da atriz  Irma Alvarez, coincidentemente falecida este ano. Na pequena cidade do interior, sufocada pela pobreza espiritual e material de sua vida com seu marido (Henrique Bello) ela tece sua trama visando sua libertação, através da morte do marido (divórcio naquela época nem em sonho) que a possibilite fugir daquela situação. Podemos até ver essa narrativa, dentro do projeto do Cinema Novo, como uma metáfora do Brasil como um país que deveria fugir de uma dominação "imperialista" para uma sociedade mais justa e igualitária. Mas hoje, cremos que o que interessa mais no filme é essa busca da personagem de Irma por uma linha de fuga. Nosso cinema continua nesse caminho mais de 40 anos depois. A outra sessão em que estivemos, de curtas dirigidos por Mário Carneiro, comentaremos depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31601868-1163625794319324110?l=cinematographobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/feeds/1163625794319324110/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31601868&amp;postID=1163625794319324110&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/1163625794319324110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/1163625794319324110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/2007/06/porto-das-caixas-paulo-cesar-sarraceni.html' title=''/><author><name>Rodrigo Cazes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04761792807916803194</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_6rVl7u9BCUM/RmIsNPFp3KI/AAAAAAAAAAk/JtQaawXL8Mc/s72-c/Porto+das+Caixas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31601868.post-8645772099046482349</id><published>2007-05-13T18:14:00.000-07:00</published><updated>2008-12-08T22:37:35.173-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_6rVl7u9BCUM/RkfMp7XtHHI/AAAAAAAAAAc/DSjNXNosNAM/s1600-h/proibido-proibir04.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_6rVl7u9BCUM/RkfMp7XtHHI/AAAAAAAAAAc/DSjNXNosNAM/s400/proibido-proibir04.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064241326685232242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PROIBIDO PROIIBIR- JORGE DÚRAN- 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma característica, triste, do cinema brasileiro é que as condições econômicas de sua produção às vezes impões longos exílios a seus realizadores. Joge Dúran, chileno radicado no Brasil, havia dirigido seu último filme há mais de  20 anos "A Cor do Seu Destino"(1986) mantendo, em paralelo, uma prolífica carreira de roteirista  "Pixote, a Lei do Mais Fraco"  (1981),   "A Maldição do Sampaku" (1991), "Como Nascem os Anjos" (1996) etc. Agora ele retorna com um filme ímpar sobre a juventude brasileira, um filme que não pretende ser tese sociológica e nem investigação da condição econômica e política  de nossa juventude e sim, antes de tudo, cinema. E, sendo cinema, consegue com sucesso realizar todos aqueles propósitos acima descritos sem que o espectador, a princípio, se aperceba disso. Assim deve sempre um filme operar, ele será político se sua forma conseguir tocar o espectador em conjunto com seu conteúdo produzindo no espectador uma forma de afetação que é diferente daquela de um livro, de um jornal, de uma tese. Que é própria da arte.&lt;br /&gt;  O tema do triângulo amoroso entre amigos no cinema logo nos remete a "Jules &amp;amp; Jim", que , acredito, deva ser uma referência cara a Durán. Mas aqui não temos a trsiteza européia e francesa do filme de Truffaut, aliás um dos cineastas mais melancólicos do cinema-moderno. Em "Proibido Proibir" não há lugar para uma trsiteza "existencialista". Há muito o que fazer, muito o que construir, mesmo para o, aparentemente, cínico e hedonista estudante de medicina interpretado por Caio Blat. Aos poucos ele vai sendo atravessado pelas pessoas com quem convive no filme (em especial uma paciente que sofre de leucemia e que será o centro da trama "social" do filme)  assim como somos atravessados pelo filme. O percurso dos três amigos, Alexandre Rodrigues, Maria Flor e Caio Blat os conduz a dois caminhos inicialmennte paralelos que irão se atravessar no final do filme: um amor "proibido" que nasce entre a namorada de Alexandre e o médico e a busca pela salvação de um dos filhos da paciente de Caio, o que os leva a penetrar no universo incômodo de nossas periferias e seus esquemas de poder paralelos.  Ambos os processo são dolorosos e complicados, talvez além das possibilidades que esses jovens possuem, ilhados numa cidade que abandonou o progresso modernista, projeto falido (não à toa o filme tem a visita de Maria Flor ao prédio do MEC, projeto de Niemeyer, Le Corbusier e outros arquitetos importantes dentro do movimento modernista e termina com as ruínas de um projeto de Niemeyer na Rio-Petrópolis). Ilhados então num mundo além de suas forças o que permite a eles seguirem seu caminho é o amor, assim como o cinema às vezes nos ajuda a seguir os nossos caminhos, se tiver amor à vida e ao própio cinema.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31601868-8645772099046482349?l=cinematographobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/feeds/8645772099046482349/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31601868&amp;postID=8645772099046482349&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/8645772099046482349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/8645772099046482349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/2007/05/uma-caracterstica-triste-do-cinema.html' title=''/><author><name>Rodrigo Cazes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04761792807916803194</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_6rVl7u9BCUM/RkfMp7XtHHI/AAAAAAAAAAc/DSjNXNosNAM/s72-c/proibido-proibir04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31601868.post-3729758440264616578</id><published>2007-05-01T15:26:00.000-07:00</published><updated>2008-12-08T22:37:35.358-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_6rVl7u9BCUM/RjfAd7XtHFI/AAAAAAAAAAM/Z_gtcV8YLlk/s1600-h/papopop_doze_trabalhos_foto1_jpg.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_6rVl7u9BCUM/RjfAd7XtHFI/AAAAAAAAAAM/Z_gtcV8YLlk/s400/papopop_doze_trabalhos_foto1_jpg.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5059724326759898194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;OS DOZE TRABALHOS- RICARDO ELIAS- BRASIL-2006&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O cinema brasileiro é formado por uma legião de esquecidos/redescobertos. A primeira vítima de peso desse processo foi Silvino dos Santos, o cineasta da selva. Autor da obra-prima “No País das Amazonas” (1923) foi relegado ao esquecimento nos anos 30 só sendo redescoberto em 1970 por ocasião de um congresso de cinema em Manaus. Outro nome dessa lista é Lulu de Barros, nosso cineasta mais prolífico, com mais de 80 longas e autor de um livro, “Minha Memórias de Cineasta”, editado nos anos 70 pela Embrafilme e&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;atualmente fora de catálogo, fundamental para o estudo de nosso cinema. Ele seria depois recuperado pela turma de Sganzerla e Bressane na Belai, em filmes que continham amplas referências às chanchadas desse pioneiro. Depois a turma das chanchadas da Atlântida seria esquecida/renegada pelo Cinema-Novo e depois redescoberta pelos “marginais”, sendo definitivamente incluída na academia como objeto de estudos sérios nos anos 80/90. E assim iríamos falando da Boca-do-Lixo e de outros fenômenos de artistas esquecidos como muitos do “cinema-marginal”, como um Andrea Tonacci, que poucos conhecem, para serem redescobertos. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Esse parece ser o caso do cineasta paulistano Ricardo Elias, oriundo da Escola de Cinema da Usp (incrível como no Brasil ainda há gente que tenha preconceito contra escolas de cinema...) Seu 1º longa, “De Passagem”, já apontava os caminhos desse cineasta para a realização de filmes que lidam com as mazelas oriundas daqueles desfavorecidos economicamente, que no Brasil constituem a imensa maioria da população. Mas que vivem vidas, que no fundo, são tão parecidas com as de quaisquer um de nós com melhor condição econômico-social. Assim Ricardo olha seus personagens, não como objetos de um ensaio sociológico ou criaturas exóticas de outras realidades mas como personagens brasileiros situados em um meio específico que não os torna mais ou menos humanos. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Em “Os Doze Trabalhos” Elias retorna ao campo da investigação abordado em “De Passagem”, com tintas, aparentemente mais leves mas que no decorrer da narrativa apontam para aquilo que os gregos, criadores do mito de Heracles, nome do protagonista do filme, um motoboy, criaram: a tragédia. Não que a tragédia nos dias de hoje se dê por uma trama urdida pelos deuses e sim por um conjunto de fatores econômicos, humanos e sociais que levam, em algum momento, a um desenlace trágico como o que ocorre no filme. Mas o que impressiona fortemente no cinema de Ricardo Elias é, além da maneira com que filma seus personagens com dignidade a sua economia, o reconhecimento de sua próprias limitações. O maior exemplo disso é a cena em que Heracles se depara com o destino trágico que o filme destina a um de seus personagens. Nada espetacularizado, como vemos em certos filmes brasileiros como “Contra Todos” (2004), em que a imagem mata o cinema, ou o cinismo dos filmes de Sergio Bianchi como “Quanto Vale ou é Por Quilo?” (2005) em que a precariedade das imagens, no sentido pior possível, se alia a um projeto de nada, em termos de vida e de cinema. Nos filmes de Ricardo Elias, se não temos nada de virtuoso, sobra carinho pelo cinema e seus personagens. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O público não prestigiou este filme. Na sessão em que estive, num domingo à noite, sala vazia. Quem sabe um dia esse cineasta seja (re) descoberto. Enquanto isso vamos todos ver 300. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31601868-3729758440264616578?l=cinematographobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/feeds/3729758440264616578/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31601868&amp;postID=3729758440264616578&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/3729758440264616578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/3729758440264616578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/2007/05/os-doze-trabalhos-ricardo-elias-brasil.html' title=''/><author><name>Rodrigo Cazes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04761792807916803194</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_6rVl7u9BCUM/RjfAd7XtHFI/AAAAAAAAAAM/Z_gtcV8YLlk/s72-c/papopop_doze_trabalhos_foto1_jpg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31601868.post-115750570996940840</id><published>2006-09-05T17:45:00.000-07:00</published><updated>2006-09-05T18:23:40.270-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/1600/ganga-bruta-poster01t.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/400/ganga-bruta-poster01t.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ganga Bruta (1933)- Humberto Mauro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se existe um filme no Brasil ao qual podemos colocar a alcunha de "clássico" essedfilme é "Ganga-Bruta". Revisto pelo blog recentemente em uma cópia excelente o filme não perdeu nada da aura que Glauber Rocha lhe deu ao escrever "Revisão Crítica do Cinema Brasileiro". Mas naqueles idos dos anos 30 este filme foi absolutamente incompreendido e um tremendo fracasso da Cinédia, o que acabou causando brigas séria e o rompimento entre Adhemar Gonzaga e Mauro. A partir dos anos 50 o filme foi recuprando seu prestígio e, com a elevação por Glauber de Mauro a patriarca do cinema brasileiro o filme encontrou seu panteão de clássico que mantém até hoje. Algumas coisas soltam aos olhos imediatamente ao assistirmos ao filme. A primeira são as angulaçõess fantásticas de câmera que Mauro imaginou para o filme, como nas cenas passadas na construção da cidade do iterior ou a perseguição que o protogonista do filme, o misto de galã e sociopata Dr. Marcos empreende ao seu amor do interior, Sônia, sequência inspirada em um filme de King Vidor, um ídolo para Adhemar Gonzaga, La Bohéme. O filme também foi uma sdas primeiras produções brasileiras faladas, pelo antigo sistema Vitaphone, apesar da maior parte do filme ser mudo, causando um interessante constraste que o filme alimenta entre realismo e expressionismo. Nas cenas de briga no bar, impressionantemente montadas, vemos uma mistura de humor e ação que seria uma marca registrada de John Ford. E como esquecer o gárgula Luiz Villar, bizarro uso de uma máscara pelo cinema, figura que nos remete aos melodramas de Victor Hugo? Como o nome indica, "Ganga-Bruta" é um cinema físico, absolutamente orgânico, de movimento, de certa forma bruto mas que consegue cristalizar uma enorme visulaidade-cinematográfica. Sob outro prisma, Glauber faria o mesmo em "Deus e o Diabo Na Terra do Sol."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31601868-115750570996940840?l=cinematographobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/feeds/115750570996940840/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31601868&amp;postID=115750570996940840&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115750570996940840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115750570996940840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/2006/09/ganga-bruta-1933-humberto-mauro-se.html' title=''/><author><name>Rodrigo Cazes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04761792807916803194</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31601868.post-115699212985489899</id><published>2006-08-30T18:46:00.000-07:00</published><updated>2006-08-30T19:47:55.480-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/1600/cabramarcado.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/400/cabramarcado.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cabra Marcado Para Morrer (1984)- Eduardo Coutinho&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eduardo Coutinho virou uma escola de documentários nos últimos anos, estabelecendo um méotodo de tratar grandes temas através de um mosaico que estabelece através de uma série de entrevistas. Esses temas são geralmente difusos e o próprio Coutinho não estabelece uma tese sobre eles, deixando que seus entrevistados ofereçam várias respostas e questões. É assim que ele trabalha a religiosidade em "Santo Forte" (1999) ou a vida num grande centro urbano em "Edifício Master" (2002). As origens cinematográficas desse processo, no entanto, estão nesse filme, originado como um projeto do CPC da UNE sobre a morte de um líder camponês, um pioneiro na criação das Ligas Camponesas, João Pedro Teixeira, criador da Liga do Sapê na Paraíba. A idéia original era fazer um filme de ficção com atores locais, no caso de uma comunidade rural de Galiléia no Pernambuco. A mulher de João, Elizabeth, era a única que fazia seu próprio papel. Coutinho, que já havia viajado pelo Nordeste filmando as caravanas da cultura do CPC era o diretor encarregado do projeto. Tudo ia bem, quase metade do filme já havia sido filmado, quando o Golpe de 64 acontece e as forças armadas locais apreendem o material de filmagem, acusado de ser subversivo. Em 1981, com a distensão do regime militar, Coutinho retorna para retomar o que havia deixado em suspenso. Mas agora, em forma de documentário, regatar as memórias e as pessoas que haviam participado daquele projeto em 1964. Como um detetive Coutinho vai em busca do núcleo do projeto de 64, a família de João Teixeira, destruída por sua morte e pela perseguição a sua mulher, também líder camponesa. E Coutinho então começa a ativar seu processo de dar voz aos objetos de pesquisa de seu filme, descortinando a terrível diáspora que a ditadura militar obrigou à família de João Pedro. Recentemente Elizabeth recebeu uma indenização superior a 400 salários-mínimos da comissão de anistia. Antes tarde do que nunca...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31601868-115699212985489899?l=cinematographobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/feeds/115699212985489899/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31601868&amp;postID=115699212985489899&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115699212985489899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115699212985489899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/2006/08/cabra-marcado-para-morrer-1984-eduardo.html' title=''/><author><name>Rodrigo Cazes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04761792807916803194</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31601868.post-115638661977986399</id><published>2006-08-23T18:55:00.000-07:00</published><updated>2006-08-23T19:33:40.913-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/1600/cancer.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/400/cancer.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Câncer (1968-1972)- Glauber Rocha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1967 "A Margem", de Ozualdo Candeias, inaugura um estilo de filmes que ficou conhecido na historiografia do nosso cinema como "Cinema Marginal". Glauber Rocha não foi nada simpático a esse novo estilo, detonando clássicos como "O Bandido Da Luz Vermelha" (1968), Rogerio Sganzerla, acusando o filme de diluir a densidade de pensamento necessária a ser aplicada em um cinema brasileiro sério. Para Glauber, do alto de sua megalomania ou, se preferirmos, autoridade histórica, só haveria um verdadeiro filme""marginal" e esse seria o seu "Câncer", relaizado no beco-da-fome carioca em 1968 para testar o som direto magnético do Nagra, até então pouquíssimo usado no cinema brasileiro. Reunindo atores que participariam de "O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro", que logo começaria a ser filmado, Glauber montou esse laboratório de interpretação em 16mm que tem em Hugo Carvana a grande estrela, magistral nos trejeitos de um malandro-marginal carioca. O filme, além de Odete Lara e Antônio Pitanga, conta também com Helio Oiticica em sua primeira participação no cinema como "ator". Um elemento do filme que imediatamente chama a atenção e que até então estava ausente do cinema de Glauber é o humor. O filme tem cenas MUITO engraçadas, como o diálogo do casal Carvana e Lara discutindo a relação. Glauber aproveitou na momtagem final do filme, feita em 1972, até problemas técnicos como a falta de sincronia do gravador e da câmera, corrigida deixando a voz dos atores mais "lenta", como num disco tocado na rotação errada. Filmado pouco antes do AI-5 "Câncer"já é uma espécie de prenúncio do período de trevas que passaríamos logo a viver no Brasil e do qual ate hoje não nos recuperamos plenamente. É também um alívio interessante do tipo de cinema que Glauber fazia e continuaria a fazer, sua ínica obra "marginal". Talvez se tivesse se permitido fazer mais filmes assim estaria vivo até hoje.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31601868-115638661977986399?l=cinematographobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/feeds/115638661977986399/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31601868&amp;postID=115638661977986399&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115638661977986399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115638661977986399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/2006/08/cncer-1968-1972-glauber-rocha-em-1967.html' title=''/><author><name>Rodrigo Cazes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04761792807916803194</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31601868.post-115602297207626872</id><published>2006-08-19T13:57:00.000-07:00</published><updated>2006-08-19T14:31:52.373-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/1600/toda-donzela-tem-um-pai-poster01.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/400/toda-donzela-tem-um-pai-poster01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Toda Donzela Tem Um Pai Que É Uma Fera (1966)- Roberto Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto os cinemanovistas procuravam fazer um cinema que unisse experimentação e sofisticação estética, sendo muitas vezes bem-sucedidos, havia no Brasil daquela época, como já citamos aqui neste blog, outras correntes de cinema. Roberto Farias, diretor que já havia obtido extraordinário sucesso de bilheteria com "Assalto ao Trem Pagador" (1961), entre outros filmes, seguia investindo em um cinema de natureza popular. Neset exemplar Roberto se vale do texto de uma peça de enorme sucesso nos teatros cariocas, escrita por Glaucio Gil e realiza um filme que, se não possui qualidades especiais no que concerne à linguagem do cinema (apesar da genial citação ao cinema-novo japonês quando Roberto congela um "frame"no meio do meio do movimento de um plano) é o perfeito protótipo do que seria a pornochanchada carioca que explodiria nos anos 70, juntamente com seu primo-irmão, o cinema erótico da boca-do-lixo. Quase todos os elementos das pornochanchadas, que tem como base a comédia de costumes, surgida a partir de situações tabus dentro do comportamento da classe-média (aqui a questão da liberdade sexual dos anos 60 oposta ao modelo tradicional do casamento dá origem às situações cômicas do filme) estão presentes no filme. Faltam apenas as cenas de nudez, que aqui ficam apenas sugeridas e que seriam exploradas dignamente nos anos 70. Uma pena apenas o filme ter um desfecho moralista o que, alías, não seria uma regra desse tipo de filme, principalmente nos da Boca-do-Lixo. A fotografia é do grande Ricardo Aronovich e temos John Herbert, que seria um dos astros do gênero, brilhante como "o libertino". &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31601868-115602297207626872?l=cinematographobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/feeds/115602297207626872/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31601868&amp;postID=115602297207626872&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115602297207626872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115602297207626872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/2006/08/toda-donzela-tem-um-pai-que-uma-fera.html' title=''/><author><name>Rodrigo Cazes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04761792807916803194</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31601868.post-115574931413752168</id><published>2006-08-16T09:50:00.000-07:00</published><updated>2006-08-16T22:58:57.686-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/1600/estamira.3.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/400/estamira.3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estamira&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os documentários são as grandes estrelas do "cinema da retomada". Por vária razões, talvez a principal o baixo-custo de produção, se comparado ao de um filme de ficção. Isso permitiu uma enorme quantidade de documentários chegar às salas de cinema, aliás um fenômeno particular do Brasil já que no resto do mundo documentário só passa em festival, mostras ou em casos excepcionais como os filmes de Micahel Moore. E como da quantidade quase sempre sai qualidade tivemos nesse período a afirmação de Eduardo Coutinho e seu cinema do "mínimo", José Padilha e o tratado de "Ônibus 174", Paulo Sacramento e o pluricinema de "Prisioneiro da Grade de Ferro". Claro que nem tudo é beleza mas aqui não falaremos das bombas. Estamira é um filme que se alinha à produção documentária brasileira de alto-nível. Marcos Prado, fotógrafo carioca, se dedicava há vários anos em documentar o dia-a-dia do lixão de Gramacho quando descobriu uma mulher, Estamira, esquizofrênica, trabalhando no local. Começou então a jornada de descobrimento do que havia por trás daquela profeta da verdade. O filme se incia com uma cena em preto-e-branco granulado na qual Estamira enuncia suas profecias, algumas extremamente lúcidas, criando o paradoxo que é a grande força do filme. Se revezando às cenas em preto-e-branco, que ilustram a jornada de particular de Estamira pelo seu mundo de "loucura" temos as cenas em cor que mostram a face dura da realidade, da vida. Aí descobrimos como Estamira se tornou o que é através de uma trajetória de vida recheada de acontecimentos absolutamente desgraçados que detonou esse desejo de viver no mundo em "branco-e-preto" da loucura. Através dessa personagem o filme, sem apelar para discursos sociológicos, filosóficos ou psicanalíticos, apenas com a força do audiovisual, questiona o que é loucura ou sanidade. E, sem medo de errar, Estamira é muito mais sã do que alguns de nosso mais próximos conhecidos. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31601868-115574931413752168?l=cinematographobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/feeds/115574931413752168/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31601868&amp;postID=115574931413752168&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115574931413752168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115574931413752168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/2006/08/estamiraos-documentrios-so-as-grandes.html' title=''/><author><name>Rodrigo Cazes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04761792807916803194</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31601868.post-115526182349211766</id><published>2006-08-10T18:06:00.000-07:00</published><updated>2006-08-10T19:07:24.536-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/1600/sao-paulo.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/400/sao-paulo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os Grandes Clássicos do Nosso Cinema- São-Paulo S.A 1965&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando se fala de cinema brasileiro nos anos 60 logo se pensa no Cinema Novo, como se no Brasil daquela época só houvesse existido esse tipo de cinema. São-Paulo S.A, primeiro longa dirigido por Luis Sergio Person, mostra que havia outros tipos de cinema naquela época. Este filme pode ser incluído no rol daqueles com preocupações que vão além do mero entretenimento, assim como os filmes do Cinema Novo, mas as semelhanças param por aí. Primeiro, Person era paulista e morava em São-Paulo, o que já o afastava da turma carioca cinemanovista comandada pelo baiano Glauber. Segundo, sua estética não estava calcada no estilo de fotografia estourada e câmera-na-mão praticado pela galera do Cinema Novo. Person se alinhava a um estilo de fotografia mais trabalhada, influenciada pelos seus estudos de cinema na Itália, obra aqui de Ricardo Aranovitch. Terceiro, neste filme Person tem como protagonista um personagem da classe-média, REALMENTE dessa classe e não um intelectual como em "O Desafio" (1965) em que o protagonista almeja sair desse circuito. Aliás o personagem de Walmor Chagas em São-Paulo S.A não almeja nada, é tão vencido pela vida e tem tal desprezo por si mesmo e pelos que o rodeiam que vai sendo levado pelos acontecimentos sem um objetivo definido, um grande projeto que o norteie. O mal-estar que o filme causa vem desse personagem, uma espécie de reação autobiográfica de Person contra o mundo das fábricas e do capitalismo, mundo no qual Person trabalhou diretamente, em negócios de sua família. Prestes a ser lançado em DVD, São-Paulo S.A ficará mais acessível às novas gerações de cinéfilos, que certamente o erguerão sempre no panteão dos clássicos do nosso cinema. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31601868-115526182349211766?l=cinematographobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/feeds/115526182349211766/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31601868&amp;postID=115526182349211766&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115526182349211766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115526182349211766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/2006/08/os-grandes-clssicos-do-nosso-cinema-so.html' title=''/><author><name>Rodrigo Cazes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04761792807916803194</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31601868.post-115517985730347689</id><published>2006-08-09T19:57:00.000-07:00</published><updated>2006-08-09T20:22:41.483-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/1600/rezende.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/400/rezende.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mostra Sergio Rezende&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O novo centro cultural do Rio, espécie de shopping center que dá cultura aos duros, porque geralmente as atrações são de graça ou muito baratas, é a Caixa Cultural, ali na Almirante Barroso, perto ao metrô do Largo da Carioca. Tem duas salas de cinema, em uma está rolando a mostra Sergio Rezende, sobre a qual vamos falar daqui a pouco. Quanto as salas, a que o blog visitou é bem boa, muito melhor do que a do CCBB, tem a tela maior, isolamento acústico melhor e som Dolby 5.1, que o CCBB não tem. Apenas as cadeiras poderiam ser melhores. Quanto ao Sergio Rezende é um cineasta símbolo de uma tentativa, dentro do cinema da "retomada", de se fazer um cinemão a Hollywood, como mostram "Canudos", Mauá" e "Zuzu Angel". Os dois primeiros são terríveis, um é sobre uma comunidade religiosa com um poster evelando um enorme decote da Claudia Abreu o outro era um ode ao neo-liberalismo dos tempos de FHC. Na mostra, que exibe todos os seus longas e mais alguns curtase making-offs, tivemos acesso a dois filmes que revelam que esse cineasta, nos anos 80, tinha propostas mais interessantes, assim como a do seu "Quase Nada"(199), feito em meio a esses medonhos épicos. Em "O Homem da Capa Preta" (1986), a idéia é um épico à moda de seus filmes posteriores mais o tratamento parece ser de um cineasta mais interessado no seu objeto, no caso o político populista da Baixada Fluminense Tenório Cavalcanti. A grandeza da proposta não atrapalha o percurso de Rezende pela vida do político, parece que ele ainda tinha o que dizer e não era apenas um mau burocrata. Principalmente em sua segunda metade o filme demonstra um vigor raro de se ver no cinema brasileiro dos anos 80, confuso e sem-rumo como foi toda a cultura brasileira daquela década. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em "A Útima Gota", documentário que mostra o comércio de sangue como metáfora das relações perversas do capitalismo, longa de estréia de Sergio, vemos o mesmo desejo que há em "O Homem da Capa Preta" e que depois parece ter se perdido. Em que pese ambos os filmes serem formalmente caretas, ainda se salvam pela paixão do diretor. Depois a coisa desandou. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31601868-115517985730347689?l=cinematographobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/feeds/115517985730347689/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31601868&amp;postID=115517985730347689&amp;isPopup=true' title='21 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115517985730347689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115517985730347689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/2006/08/mostra-sergio-rezende-o-novo-centro.html' title=''/><author><name>Rodrigo Cazes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04761792807916803194</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>21</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31601868.post-115464441976903614</id><published>2006-08-03T15:11:00.000-07:00</published><updated>2006-08-04T09:45:17.550-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/1600/transe.0.jpg"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/1600/transe.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/400/transe.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os Grandes Clássicos do Nosso Cinema - Terra em Transe (1967)- Glauber Rocha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Terra em Transe corresponde a uma segunda fase do movimento cinemanovista, posterior ao golep militar de 1964, que provocou uma profunda desilusão nos meios cinematográficos ligados ao Cinema Novo, evidenciando o fracasso de um cinema e de outras propostas artísticas que buscavam o esclarecimento do povo para uma tomada de consciência e que, por vários motivos, não obtiveram sucesso. Glauber no fundo desconfiava um pouco disso, ao menos da proposta didática de arte que o CPC, ligado à UNE, propunha. "Deus e o Diabo Na Terra Do Sol" (1964), já é um filme descrente de uma solução para o Brasil que não se dê pela via da violência e tem como personagem marcante (Antônio das Mortes) um símbolo da classe-média esquizofrênica brasileira, que, em sua maioria, acabaria apoiando o golpe de 1964. Resta então a violência como um caminho possível. Três anos depois, em Terra em Transe, nem a violência mais dá resultados, o poeta Paulo Martins (um alter-ego de Glauber) acaba morto ao tentar enfrentar as forças armadas golpistas. A saída agora é somente a loucura, o Brasil é algo incompreensível mediante uma aproximação racional, somente mergulhando no caos brasileiro, nos deixando contagiar por esse caos (Artaud) podemos entender o Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste filme Glauber bate na esquerda populista, na direita, nos militantes estudantis, enfim, tudo é alvo para a crítica barroca do filme ao nosso país. A recepção da crítica à época foi dividida, muitos que haviam gostado de Deus e o Diabo... detestarm Terra em Transe, seu caos e a maneira como ele jogava a loucura e a impossibilidade brasileira nas nossas caras. Hoje o filme foi relançado em DVD com uma excelente restauração digital das imagens e um disco só com extras, como o documentário curta-metragem "Maranhão 66". Como filme-resposta ao golpe de 64 Terra em Transe é o grande momento do Cinema Novo e, também, seu final. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31601868-115464441976903614?l=cinematographobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/feeds/115464441976903614/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31601868&amp;postID=115464441976903614&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115464441976903614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115464441976903614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/2006/08/os-grandes-clssicos-do-nosso-cinema.html' title=''/><author><name>Rodrigo Cazes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04761792807916803194</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31601868.post-115453928949296472</id><published>2006-08-02T09:51:00.000-07:00</published><updated>2006-08-02T19:13:52.860-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/1600/valad??o.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/400/valad%3F%3Fo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Memórias De Um Gigolô&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dentre os gêneros e períodos históricos do cinema brasileiro um dos menos compreendidos e estudados e mais subestimados é o da pornochanchada. No final dos anos 60 a comédia erótica, de origens italianas, começa a ser incorporada ao cinema brasileiro, pelo execelente filão de público que poderia representar, em uma época na qual nem por decreto uma mulher nua poderia aparecer na televisão. filmes de sexo-explícito também não existiam no circutio comercial mas, para os padrões da época o erotismo, que ao longo dos anos 70 aumentou geometricamente até chegar ao filme pornográfico de fato em 1982, era mais do que o suficiente para chamar multidões aos cinemas. "Memórias De Um Gigolô"(1970), de Alberto Pieralisi, diretor de origem italiana e que inclusive filmou na Europa antes de vir para o Brasil e que já possuía um amplo currículo de comédias antes de dirigir este filme. Baseado em romance de Marcos Rey, com sua ação transposta da São-Paulo dos anos 20 para o Rio de Janeiro dos anos 70 , de forma às vezes muito caricata pela direção de arte, é um exemplar que reúne todos os predicados do gênero: uma atriz de formas, digamos, interessantes, no caso Rossana Ghessa, uma superestrela do gênero, que vai aperecer nua em várias cenas; situações cômicas satirizando costumes, geralmente da classe-média (aqui são exemplares as situações envolvendo o uso de maconha e os ridículos clubes-sociais de final-de-semana, moda na época) e atores que, além de algum talento cômico, também chamassem público, até mesmo feminino, aos cinemas. Aqui temos dois nomes como Jece Valadão, um gênio e Claudio Cavalcanti, mais conhecido do público contemporâneo como ator de novelas da Globo. Exibido na sessão "Intercine Brasil" da Rede Globo, no horário bizarro de duas da manhã (é um absurdo o horário em que nosso filmes são exibidos pelas emissoras de TV), "Memórias de Um Gigolô" é um filme que precisa ser revisto por olhares menos preconceituosos. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31601868-115453928949296472?l=cinematographobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/feeds/115453928949296472/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31601868&amp;postID=115453928949296472&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115453928949296472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115453928949296472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/2006/08/memrias-de-um-gigol-dentre-os-gneros-e.html' title=''/><author><name>Rodrigo Cazes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04761792807916803194</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31601868.post-115444877685715191</id><published>2006-08-01T08:56:00.000-07:00</published><updated>2006-08-01T21:23:14.056-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/1600/glauber.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/400/glauber.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Problema da Crítica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro problema que impede um desenvolvimento mais amplo do nosso cinema é a quase absoluta falta de crítica especializada na imprensa periódica. No Rio de Janeiro a situação é calamitosa nos jornais. O Globo tem um bando de despreparados exercendo o papel de "críticos. O principal crítico do jornal atualmente é o Rodrigo Fonseca, que até entende de história do cinema e história do cinema brasileiro mas é de um mau-gosto terrível, aliás o crítico se dá mesmo na escolha, na capacidade de avaliar quais filmes interessam ou não. Após o sujeito ter adquirido essa capacidade, que possui muito de um elemento subjetivo mesmo e que envolvve conhecimentos de cultura humanística geral e não apenas de cinema, ele vai desenvolver sua escrita e pode concentrar mais seus estudos apenas no cinema, sua história, aspectos técnicos, etc. E o pior é que o bonequinho dos Marinho define o poder de púplico de um filme nos circuitos de arte, já que a nossa burguesia boçal em sua maioria lê esse jornal e lá escolhe que filme vai assistir nos Estação Botafogo da vida. No JB também não vemos um crítico muito interessante e há vários péssimos. Em São-Paulo nos salva Inacio Araujo e suas ótimas críticas na Folha de São-Paulo. Nas revistas semanais tínhamos Cleber Eduardo na Época mas ele foi envolvido pelos seus editores num lamentável caso de adulteramento de seu texto em meio à polêmica da Ancinav. Na Veja é melhor nem comentar a tal da Isabela Boscov mas também esperar o que da Veja?? A internet virou um refúgio da crítica mais categorizada, com exemplos como a Contracampo (&lt;a href="http://www.contracampo.com.br"&gt;www.contracampo.com.br&lt;/a&gt;), mas quem lê essas publicações da internet já é um público iniciado e constitui um universo muito diminuto. Enquanto não tivermos crítica de mais alto-nível na imprensa periódica ficaremos cada vez mais imersos na boçalidae cinematográfica. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31601868-115444877685715191?l=cinematographobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/feeds/115444877685715191/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31601868&amp;postID=115444877685715191&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115444877685715191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115444877685715191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/2006/08/o-problema-da-crtica-outro-problema.html' title=''/><author><name>Rodrigo Cazes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04761792807916803194</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31601868.post-115420942212773838</id><published>2006-07-29T14:32:00.000-07:00</published><updated>2006-08-01T08:03:06.506-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/1600/3641966.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/400/3641966.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Grande Evento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sem dúvida o grande evento deste ano (e também de 2005) relacionado à cinefilia de cinema brasileiro no Rio de Janeiro é o curso de história do cinema brasileiro, agora em seus momentos finais, ministrado pelo prof. Hernani Heffner no Odeon-Br (o cinema mais subsidiado do mundo). Promovido pela galera do Cineclube Tela Brasilis (&lt;a href="http://www.telabrasilis.blogspot.com" target="_blank"&gt;http://www.telabrasilis.blogspot.com&lt;/a&gt;) que também organizam mensalmente uma sessão de cinema brasileiro na Cinemateca do MAM, o curso foi um sucesso de público até surpreendente. Afinal, existe um preconceito enorme contra o cinema brasileiro, mesmo dentro dos cursos de graduação de cinema, o horário é bizarro (sábado de manhã) e o Hernani não é muito conhecido fora do mundinho do cinema. Mas a iniciativa deu muito certo e despertou, acredito em muita gente, vontade de conhecer um pouco mais sobre o nosso cinema, isso dentro da perspectiva historiográfica heterodoxa apresentada pelo Hernani, que busca romper com aquela visão desenhada pelos cinema-novistas de qual seriam os "cinemas de qualidade" realizados até hoje no Brasil. O curso, encerrando agora seu módulo II, não será mais repetido e pela sua amplitude e complexidade, é como aqueles planos de take único, que não podem ser repetidos numa filmagem. Resta ver o que será feito das fitas que foram gravadas contendo todas as aulas do curso. Quem se habilita a transcrevê-las?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31601868-115420942212773838?l=cinematographobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/feeds/115420942212773838/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31601868&amp;postID=115420942212773838&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115420942212773838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115420942212773838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/2006/07/o-grande-evento-sem-dvida-o-grande.html' title=''/><author><name>Rodrigo Cazes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04761792807916803194</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31601868.post-115396753210243348</id><published>2006-07-26T18:50:00.000-07:00</published><updated>2006-07-26T19:32:12.130-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/1600/Lï¿½bios%20sem%20beijos-cartaz.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/400/L%EF%BF%BDbios%20sem%20beijos-cartaz.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mostra Cinédia no Odeon&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta semana o Odeon-BR, o cinema mais subsidiado do mundo, ofereceu uma atração interessante: dois filmes da Cinédia, aquele estúdio fundado pelo Adhemar Gonzaga para ser a Hollywood brasileira. Obviamente não conseguiu o intento mas o estúdio, bem ou mal, produziu por quase 40 anos e assinou sucessos de público como "Alô-Alô-Carnaval" e um dos maiores clássicos do nosso cinema, "Ganga-Bruta", à época mal-recebido mas que hoje tem o status que merece. Aliás o diretor de "Ganga-Bruta", Humberto Mauro, protagonizou a primeira biga célebre do nosso cinema, se desentendo com Adhemar Gonzafa e sendo demitido da Cinédia em 1934. Os filmes programados eram "Tereré Não Resolve" (1938), de Lulu de Barros, nosso mais prolífero diretor, e que, por problemas técnicos, acabou não sendo exibido, entrando em seu lugar "Lábios Sem Beijos" (1930), de Humberto Mauro, primeira produção da Cinédia. O filme é uma tola história de amor onde vemos a materialização das idéias que Gonzaga, roteirista do filme, defendia em "Cinearte": o cinema brasileiro deveria mostrar apenas o lado belo do país, sua modernidade, sua bela natureza e não a miséria e a fealdade do povo. Então vemos um filme que, como o próprio admite, poderia se passar em Londres, ou Paris, etc. Mauro dirige muito bem os atores e isso dá ao filme alguma sustentação, além de algumas angulações interessantes e do gosto de Mauro por tipos (rostos) marcantes mas é o título dele mais inferior dentre os que assistimos. Já "Romance Proibido"(1944), de Adhemar Gonzgaga, realizado em grande penúria durante os anos da segunda guerra, apesar dos cenários e figurinos luxuosos. O filme, uma boba história de amor entre duas amigas e um mesmo homem. Sua importancia é mesmo pelas mensagens que pretende transmitir, contra o analfabetismo e pelo cinema nacional, sendo esse um meio de educação também. De lamentável apenas a falta de público nas sessões em que comparecemos. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31601868-115396753210243348?l=cinematographobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/feeds/115396753210243348/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31601868&amp;postID=115396753210243348&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115396753210243348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115396753210243348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/2006/07/mostra-cindia-no-odeon-esta-semana-o.html' title=''/><author><name>Rodrigo Cazes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04761792807916803194</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31601868.post-115387024388848763</id><published>2006-07-25T16:30:00.000-07:00</published><updated>2006-07-26T18:49:26.823-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/1600/assalto-ao-trem-pagador-poster02.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/400/assalto-ao-trem-pagador-poster02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/1600/argent%202.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Problema da Falta de Dinheiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse aí atinge toda a sociedade brasileira, que não tem dinheiro para uma necessidade básica que é o entretenimento. O pouco que resta, quando se vai ao cinema, é gasto, pela enorme maioria da minoria da população que vai ao cinema hoje em dia em algum filme estrangeiro. Baseados no sistema &lt;em&gt;à la carte &lt;/em&gt;das tvs a cabo, os multiplex oferecem uma farta gama de opções para quem não quer pensar no filme que vai assistir. O sujeito chega lá e escolhe o primeiro que vê pela frente, pela conveniência de horário ou temática, quase sempre preferindo qualquer coisa que não seja um filme brasileiro. Pela educação audiovisual poderíamos aliviar um pouco essa relação de preguiça mental da classe mérdia urbana nacional. Isso porque nos interioroes do nosso país o sujeito depende mesmo é da videolocadora que raramente vai ter um acervo menos imbecilizante, até porque, se o tiver, vai falir. Se o cara tiver uma grana maior e tal está salvo, pode descolar uma internet banda-larga e assistir uns filmes no e-mule e gravar seus DVDS. Ao menos vai saber quem foram Eisenstein e Glauber. Mas para que nossos filmes sejam viáveis é preciso aumentar o mercado consumidor interno, através de contínuo cresicmento do PIB e também obrigar a TV aberta a passar nossos filmes em horários decentes. Falta aquele negócio que estamos cansados de ouvir: "vontade política" ou, mais vulgarmente, falta de vergonha na cara. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31601868-115387024388848763?l=cinematographobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/feeds/115387024388848763/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31601868&amp;postID=115387024388848763&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115387024388848763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115387024388848763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/2006/07/o-problema-da-falta-de-dinheiro-esse.html' title=''/><author><name>Rodrigo Cazes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04761792807916803194</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31601868.post-115379061447940759</id><published>2006-07-24T18:12:00.000-07:00</published><updated>2006-07-25T17:02:09.963-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/1600/bandido%20foto%20de%20cena.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7895/3431/400/bandido%20foto%20de%20cena.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Problema da Boçalidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a sociedade brasileira é recheada de boçalidade isso é fácil de perceber, como Sganzerla já havia detectado há 38 anos. Os motivos também são conhecidos de todos os que minimamente estudaram a história deste país, apesar de que, quando tivemos um intelectual na presidência do país a boçalidade só aumentou. Obviamente a boçalidade afeta o nosso cinema. Isso em todos os níveis. Desde a boçalidade nas relações entre os profissionais, regida pela lógica de "farinha pouca meu pirão primeiro" até a lógica interna daqueles que fazem cinema no Brasil e que são, muitas vezes, totalmente desconhecedores do cinema enquanto expressão artístic, se limitando meramente a operar um equipamento ou a fazer relações públicas para obterem verbas para seus projetos. Enquanto cinema no Brasil não for estudado a sério muitos de nossos filmes, atualmente subsidiados pelo governo, não terão a ousadia e conhecimento do que é cinema que já tivemos em Glauber, Sganzerla e ainda temos em Nelson Pereira e Beto Brant.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31601868-115379061447940759?l=cinematographobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/feeds/115379061447940759/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31601868&amp;postID=115379061447940759&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115379061447940759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115379061447940759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/2006/07/o-problema-da-boalidade-que-sociedade.html' title=''/><author><name>Rodrigo Cazes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04761792807916803194</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31601868.post-115378385767018629</id><published>2006-07-24T16:27:00.000-07:00</published><updated>2006-07-24T18:41:46.546-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Os Propósitos do Blog&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A idéia deste blog é escrever textos, com um leve caráter teórico, mas sem estarem presos às regras acadêmicas, sobre cinema brasileiro. Também pretendo colocar informações sobre eventos relacionados à área, assim como cursos, etc. Enfim, um canal de comunicação destinado somente ao cinema e audiovisual brasileiros.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31601868-115378385767018629?l=cinematographobrasileiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/feeds/115378385767018629/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31601868&amp;postID=115378385767018629&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115378385767018629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31601868/posts/default/115378385767018629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinematographobrasileiro.blogspot.com/2006/07/os-propsitos-do-bloga-idia-deste-blog.html' title=''/><author><name>Rodrigo Cazes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04761792807916803194</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
